A contratação costuma ser feita pelo próprio cartório, por meio de processo seletivo, e não por concurso público federal. A maioria das vagas pede ensino médio completo, mas funções de maior responsabilidade, como escrevente em Rio Grande do Sul substituto, podem exigir graduação em Direito, conforme a norma de cada estado.
Experiência prévia em rotina cartorária, atendimento ao público e noções de legislação civil e notarial ajudam a conseguir a vaga e a evoluir dentro do cartório.