É comum vir de administração, sistemas de informação, engenharia de produção ou marketing, com pós-graduação ou MBA em gestão de projetos, inovação ou transformação digital. Certificações como Scrum Master, PMP ou cursos de ferramentas de automação (RPA, low-code) contam pontos na seleção.
Quem assume a coordenação normalmente já rodou pequenos pilotos como analista — de processos, de projetos ou de sistemas — e aprendeu na prática a integrar áreas que antes trabalhavam de forma isolada.