Costuma-se exigir ensino superior em áreas da saúde, administração, contabilidade ou enfermagem, embora cursos técnicos em faturamento hospitalar também abram portas. O conhecimento das tabelas de procedimentos (TUSS, CBHPM, Brasíndice) e de sistemas de gestão hospitalar costuma pesar mais do que a formação específica.
A experiência prática em faturamento ou auditoria de contas, mesmo em posições de apoio, é o caminho mais comum para entrar e evoluir na função.