A maioria das vagas pede graduação em Economia, Administração, Ciências Contábeis ou áreas afins, além de conhecimento de inglês e de sistemas de negociação. Certificações como ANBIMA (CPA-10/CPA-20) são bem vistas e, em alguns casos, exigidas.
A entrada costuma ocorrer em posições de suporte ou back office de câmbio, com evolução para operador pleno e sênior conforme o profissional ganha autonomia para negociar volumes maiores.