...a refugiados e migrantes venezuelanos, além de outras iniciativas nas cidades de Boa Vista, em Roraima e Brasília no Distrito Federal. DESCRIÇÃO RESUMIDA DO CARGO:O(a) Oficial de Proteção de Base Comunitária responde ao(à) Coordenador(a) de Abrigo e atua em estreita colaboração para apoio técnico com o(a) Oficial Sênior de Proteção de Base Comunitária. É responsável por criar estruturas para que a população abrigada desempenhe um papel ativo nos processos de funcionamento do abrigo que impactam sua vida diariamente, conduzir as ações de engajamento e fortalecimento comunitário, fomentando o protagonismo no processo de decisão orientado à solução de problemas e o desenvolvimento de habilidades. Deve implementar atividades de proteção de base comunitária, focadas especialmente na prevenção da violência no ambiente comunitário dos abrigos, mitigando riscos e vulnerabilidades, observando as prioridades identificadas em cada espaço, bem como a política de idade, gênero e diversidade para engajamento da população atendida. Deve disponibilizar para a comunidade iniciativas voltadas para a interiorização e criação de condições para a promoção da autonomia socioeconômica de pessoas migrantes e refugiadas assistidas nos abrigos. Trabalha em cooperação com a rede de proteção local, com as equipes do ACNUR, com a Força Tarefa Logística e Humanitária (FT Log Hum), agências da ONU, sociedade civil e outros parceiros da Operação Acolhida. PRINCIPAIS ATIVIDADES E RESPONSABILIDADES DO CARGO:Atuar em estreita colaboração com o(a) Oficial Sênior de Proteção de Base Comunitária sobre o trabalho técnico de proteção de base comunitária. Manter estratégias de constante aproximação e conhecimento da comunidade, para entender seu funcionamento e demandas e planejar em conjunto as melhores formas de engajá-la no dia a dia da gestão do abrigo. Mapear lideranças comunitárias, desde que sejam mitigadas, sempre que possível, as relações de poder culturalmente incorporadas que possam ser opressivas ou exploratórias. É fundamental que previamente possa ser feita a análise do contexto existente em que se encaixam as estruturas comunitárias do abrigo e encontrar meios de suportar, desenvolver ou ajustar essas estruturas para garantir a participação mais representativa possível da população. Promover e coordenar espaços para escuta, discussão e diálogo, informação, feedback e reclamações, intercâmbios de boas práticas para todos grupos e setores do abrigo. Fomentar e reforçar a utilização dos mecanismos de feedback e reclamação pelos quais os beneficiários do abrigo possam questionar ou dar sugestões sobre o acesso aos serviços no local, garantindo a retroalimentação à comunidade e aos atores relevantes. Mediar e resolver conflitos através do fortalecimento do diálogo e da comunicação assertiva e não violenta. Mobilizar a equipe de gestão do abrigo para estar envolvida nas atividades de participação comunitária. Atividades do cotidiano:Criar estruturas para o engajamento comunitário nas atividades diárias fundamentais para a manutenção do abrigo. Garantir a representação transversal da população atendida nos grupos representativos e de trabalho, notadamente homens, mulheres, crianças, jovens, idosos(as) e outros grupos vulneráveis, a fim de estimular e garantir que sua opinião e participação ativa sejam observadas. Outras tarefas que possam ser atribuídas pelo(a) Coordenador(a) de Abrigo, o(a) Oficial Sênior de Proteção de Base Comunitária e/ou gerência do projeto, necessárias a total implementação do programa do ACNUR no local.