A maioria das vagas pede graduação em Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas ou áreas afins, mas um bom portfólio construído em bootcamps e projetos próprios também abre portas, principalmente em vagas júnior. O domínio de mais de uma linguagem e de bancos de dados é esperado desde o início.
A entrada costuma ser como desenvolvedor júnior, com foco em uma camada (mais front ou mais back) que se expande com a experiência. Cursos de frameworks específicos, certificações em nuvem e a prática constante em versionamento de código aceleram a evolução para pleno, sênior e depois para especialista ou tech lead.