A maioria das vagas pede ensino superior em relações internacionais, ciências sociais, direito, comunicação ou administração, com bom conhecimento do funcionamento de órgãos públicos e do processo legislativo. Experiência em assessoria parlamentar, associações setoriais ou áreas de compliance ajuda bastante.
Pós-graduação em relações governamentais, políticas públicas ou direito regulatório, além de boa rede de contatos institucionais, favorecem a evolução para posições de especialista ou gerente de relações institucionais.