A formação mais comum é em Farmácia, Enfermagem, Biomedicina ou áreas da saúde, muitas vezes complementada por pós-graduação em farmacovigilância, assuntos regulatórios ou vigilância sanitária. Inglês é frequentemente exigido, já que boa parte da documentação e das normas é internacional.
A experiência costuma começar em funções de suporte regulatório ou qualidade, evoluindo para farmacovigilância à medida que a profissional se especializa nas normas da Anvisa e de agências internacionais.