Não existe curso obrigatório, mas o mercado de alto padrão praticamente exige formação específica em serviço de mordomia, etiqueta e protocolo, oferecida por escolas de hotelaria e por academias especializadas. Conhecimento de enologia, serviço de sala e idiomas — inglês e, com frequência, espanhol ou francês — é decisivo.
A trajetória comum começa em restaurante fino, hotel de bandeira internacional ou como copeiro em residência, e evolui por indicação. Nesse meio, a reputação e as referências pesam mais do que o currículo, e a contratação segue as regras do trabalho doméstico quando o vínculo é com a família.